Saiba mais sobre Ricardo Monteiro Veja a Galeria Entre em contato ou deixe uma mensagem Veja outras páginas interessantes Apresentações PPS

 

     Nascido em Juiz de Fora - Minas Gerais, faz muito tempo, passei a me dedicar a fotografia, de forma mais séria, somente a partir de 1996. Na verdade, não sei se poderia dizer séria, quando me refiro a um hobby, algo que tem preenchido meus momentos de lazer. Entretanto, trata-se de um lazer, ao qual dedico atenção e um pouco de seriedade e de onde obtenho prazer, paz de espírito e respiro um ar puro, livre das tensões e poluições do dia a dia.
     Comecei mesmo a fotografar, quando briguei, definitivamente, com o equipamento de filmagem, por ser uma máquina difícil na obtenção de alta qualidade no produto. Filmar com pequenas câmeras é, não mais do que registrar festas e momentos especiais como viagens e passeios, sem preocupação com a qualidade do resultado, o que só conseguimos com equipamento altamente profissional e, portanto, caríssimo, além de exigir um trabalho de edição de imagens, também profissional.
     A câmera fotográfica atua de forma diferente. Basta um bom motivo para fotografar, um pouco de sensibilidade do fotógrafo e uma ajuda do laboratório de revelação, que obtemos um excelente padrão de qualidade. Ou quase! Pequenas câmeras automáticas, são capazes de revelar grandes fotografias.
    Todas as imagens apresentadas nesse álbum foram obtidas com cameras Pentax, objetivas Sigma e Vivitar e lentes macro.
     As fotografias que faço são a verdadeira expressão da natureza. Não existem truques, nem fundos artificiais. A iluminação também é natural, sem uso de flashes ou outro recurso para alterar a luz natural.
     Em alguns casos, o computador e um bom programa de processamento de imagens, como o Adobe Photoshop, são auxiliares excelentes para corrigir um pouco os defeitos da imagem ou para realçar a beleza da natureza, que o equipamento fotográfico nunca será capaz de transmitir integralmente.
     Grande parte das fotografias são de plantas e flores do cerrado brasileiro, que parece feio a primeira vista, por suas árvores distorcidas e suas cores aparentemente pobres, mas que revela uma beleza grandiosa e, ao mesmo tempo, delicada e singela nos detalhes de suas plantas e, especialmente, nas suas flores, com cores e formatos, nunca vistos em outras regiões.

Ricardo Monteiro



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